quarta-feira, 10 de julho de 2013

ESBOÇO DE PREGAÇÃO: A MULHER NA CASA DO SIMÃO, LEPROSO OU DO FARISEU.



TEMA: A MULHER NA CASA DO SIMÃO, LEPROSO OU DO FARISEU.
Mt 26.6; Lc 7.36-38
INTRODUÇÃO: A história da pecadora que ungiu os pés de Jesus, ou da mulher que ungiu sua cabeça com o puro nardo, um óleo perfumado de altíssimo valor, guardado em um vaso especial, o vaso de alabastro. O vaso de alabastro era produzido com um tipo de pedra frágil, transparente, que pode ser facilmente polida ou esculpida. Ela era muito usada para substituir o vidro. Os frascos com perfume de alabastro eram selados e descartáveis. Eram quebrados ao abrir e jogados fora quando ficavam vazios.

TRANSIÇÃO: Hoje quero fazer uma observação na vida de duas mulheres que ungirão Jesus. É sobre elas que queremos falar.

EXORDIA: Deus, em seu gracioso plano de salvação, envolveu mulheres das mais variadas classes, em suas mais variadas ocupações, numa época em que pouco ou nenhum valor se dava às mulheres, e assegurou que seus nomes e seus feitos ficassem registrados como testemunho para as próximas gerações.
·        “Anas”, inseridas no contexto eclesiástico, vivendo em suas angústias... mas exercitando sua fé.
·        “Déboras”, que assumem posições de liderança e tomam atitudes capazes de
·        mudar a vida de muitas pessoas.
·        “Dorcas”,  envolvidas em sua sociedade, colaborando com seus ofícios.
·        “Esters”, tecendo um pano de fundo político, salvando vidas.
·        “Rutes”, prezando pelos valores da família.
·        “Saras”, chamadas para crer em milagres.
·        “Martas”, prontas para servir.
·        “Marias”, prontas para ouvir.
1.     A CHEGADA QUE QUEBROU O PROTOCOLO:
       I.            Em Mateus 26.7 é uma mulher com um vaso de alabastro com unguento de grande valor.
Em Lucas 7.37 é uma pecadora.
    II.            A bíblia não cita a identidade, naturalidade, filiação, formação acadêmica dessas mulheres.
 III.            O que elas fizeram foi tão forte que ficou registrado nos evangelhos para serem contados por gerações.
IV.            Não importa o que elas eram, mas o que estavam fazendo.
   V.            A noite corria tranquila. Tudo conforme o planejado pelo anfitrião. De súbito, uma invasão. Trata-se da mulher que irrompe da noite, invade a casa e vai até Jesus.
VI.            Nesse ambiente de gala judaica, de honra familiar e cerimônia religiosa, sem que fosse por muito notada, foi quando ela chegou.
VII.            Ali se encontrou a morte com a vida; a tristeza com a alegria.
2.     A DISCRIMINAÇÃO:
       I.            O fato de ser uma mulher choca os convidados?
    II.            E se fosse um homem, qual seria a reação dos convidados?
 III.            Uma delas era chamada de pecadora (Lc 7.39) a outra confrontada por desperdício (Mt 26.8).
3.     A CORAGEM:
       I.            Ela, sem se importar com a reprovação dos olhares dos convidados, teve grande coragem e se aproxima de Jesus.
    II.            Eram pessoas que a conheciam, mesmo assim ela vai até o mestre.
 III.            Para uma delas o desejo de ficar aos pés do mestre falou mais alto.
Para outra de Mt 26.7 o desejo de servir era mais importante.
IV.            Quantos tem medo dos olhares, dos comentários de nossa sociedade e perdem a oportunidade de estar aos pés e de servir.
4.     A ADORAÇÃO:
       I.            A adoração dessas mulheres é o marco da historia.
    II.            Somente os verdadeiros adoradores fazem tal ato.
 III.            Só os que conhecem o mestre querem agrada-lo (Mt 26.10; Lc 7.38).
IV.            Não é porque eram mulheres, poderia ter sido um homem ou um menino, mas foi à adoração que fez a diferença.
   V.            O beijo nos pés de uma delas chama a atenção:
·        Se o beijo fosse ao rosto poderia escandalizar.
·        Se o beijo fosse à testa poderia gerar comentários maldosos.
·        Mas o beijo nos pés não gera suspeitas e nem tão pouco escândalos é adoração.
·        O beijo nos pés é sinal de humildade e simplicidade, é se humilhar.
·        É o sinal de que: estou disposta a mudar.
·        Beijar os pés é reconhecer a soberania.
VI.            Uma ungiu os pés a outra a cabeça.
VII.            Elas ofereceram o melhor que elas possuíam.
VIII.            Os verdadeiros adoradores oferecem sempre o melhor.
IX.            Na casa do Simão fariseu ou do Simão leproso eles ofereceram jantar, mas qualquer pessoa pode fazer isso. As mulheres ofereceram adoração.
·        O que é mais importante, a comida ou a adoração?
·        A casa ou a adoração?
·        O dinheiro ou a adoração?
·        A adoração sempre vai estar em primeiro lugar.
   X.            Imagine uma mulher de cabelo cumprido e escovado dizendo: Jesus me deixe lavar os teus pés e enxugar com os meus cabelos.
·        Na adoração, não importa se vai perder o escovado.
·        Na adoração, não importa se vai borrar a maquiagem.
·        Na adoração, o cabelo pode até ficar embaraçado, mas o importante é adorar.
·        Para adorar, você desce do salto, amarrota a roupa, perde o penteado e borra a maquiagem porque o importante é Deus.
XI.            Uma das mulheres adorar de pé a outra adorava aos pés.
·        Não importa se você esta de joelhos ou de pé, o importante é adorar.

5.     A HISTORIA FICOU REGISTRADA COMO EXEMPLO PARA VOCÊ.
       I.            A nossa maior preocupação estar com Cristo isso é o suficiente.
    II.            Nosso maior desejo deve ser adora-lo.
 III.            O exemplo delas nos mostra que devemos oferecer o melhor.

CONCLUSÃO: A mulher na casa de Simão fariseu ou do Simão leproso nos ensina a nos lançar aos pés do Mestre, quebrar o protocolo, não se importar com os comentários, mas adorar em Espírito e em Verdade.









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